Caros leitores,
Vamos acabar com as injustiças das empresas transportadoras de passageiros.
O uso por parte das mesmas de equipas de fiscalização sem a minima formação profissional ou até mesmo cívica, tem levado a algumas injustiças. Gostaria de poder contar com a ajuda de todos para acabar de vez com as mesmas.
Sei de fonte segura que muitos dos passageiros foram multados injustamente, numa caça furtiva à multa em que qualquer argumento é valido para multar, qualquer falta de conhecimento por parte do passageiro é motivo para multa, quando nem sequer os fiscais sabem o que estão a fazer, valendo-se da sua "autoridade" para levar em diante as suas intenções.
Se precisas de ajuda para resolver alguma situação pendente de uma multa nao hesites em me consultar, poderei ajudar.
Envia-me um email para: justiceirodoautocarro@gmail.com
O justiceiro do Autocarro
terça-feira, 21 de setembro de 2010
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VIGILANTES DA ........ SÃO AGENTES DE FISCALIZAÇÃO
Ao serviço de várias empresas de transporte “A Empresa de segurança privada "..........." pôs em marcha uma nova categoria profissional de Vigilantes, o (Vigilante/Agente de Fiscalização), categoria que nem sequer existe no ACT do sector, ou tem qualquer outro suporte legal para a actividade.
Os trabalhadores são admitidos como Vigilantes e num processo algo confuso são transformados em Agentes de Fiscalização. Esses trabalhadores são portadores de um cartão emitido pela Empresa ".....................", o cliente da ............, que os transforma em "Agentes de Fiscalização" ao seu serviço. Os profissionais destacados para este serviço, são também portadores de material informático, máquinas de leitura de bilhetes, livros de multas e bilhetes, actuando como se de um verdadeiro fiscal se trate, dentro do autocarro da empresa contratante. Os mesmos Vigilantes são ajuramentados a pedido da Carris junto do Governo Civil de ........., visto que a empresa de segurança privada não o poderia fazer, pois no decreto de lei de 28/2006 de 04 de Julho Artigo 5º alínea 1, diz que os Agentes de Fiscalização tem de pertencer aos quadros da Empresa exploradora do transporte público.
Estes Vigilantes não efectuam serviço de Vigilância, mas a empresa de segurança privada usufrui aqui de 2 vantagens, utiliza esses trabalhadores na área da Fiscalização de autocarros e quando bem entende, pode transferi-los para qualquer outro posto de vigilância, sendo tipo um 2 em 1, sem qualquer custo acrescido. Outro facto, é que estes profissionais, auferem apenas o seu salário de Vigilante, não sendo beneficiados com qualquer complemento pela sua actividade laboral enquanto Agentes de Fiscalização, não tendo direito sequer, a nenhum dos benefícios que os verdadeiros Agentes de Fiscalização da Empresa de transportes têm. Só para se ter uma ideia, esses autênticos agentes de fiscalização da empresa de transportes, auferem tão simplesmente, o dobro do salário dos Vigilantes/Agentes de Fiscalização, contratados à empresa de segurança privada.
Como é fácil de perceber, os Vigilantes/Agentes de Fiscalização, são colocados a efectuar serviço em locais de elevado risco, expostos a agressões à sua integridade física, em zonas, onde os verdadeiros "Agentes de Fiscalização" funcionários da transportadora, a cliente da empresa de segurança privada, se recusaram a prestar serviço, tendo exigido à empresa, a presença de um Agente Policial que os acompanhassem nessas zonas. Os Vigilantes são colocados nas referidas zonas sem qualquer tipo de protecção, com inúmeros deles a serem vítimas de agressões, tendo alguns sido mesmo hospitalizados e obrigados a recorrer à baixa ou ao seguro, utilizados pela empresa de segurança privada e pela empresa de transportes, como carne para canhão, sem qualquer respeito pela sua dignidade do profissional.
Para não falar na falta de formação que é evidente nestes agentes de fiscalização, como ocorre a norte nas empresas de transporte privadas, nas quais tem ocorrido diversas queixas por parte dos passageiros, por autos de notícia mal passados, pela forma rude como os ditos agentes de fiscalização actuam, pela indiferença demonstrada pelas empresas de transportes perante tais casos.
Isto não pode continuar, existem passageiros multados injustamente sem qualquer conhecimento da lei, não se pode defender nem sequer tem o apoio daqueles que fazem o seu salário com o dinheiro ganho com os passageiros.
Vamo-nos unir contra este sistema.